Comunicação Civil da Luta Política dos Turismólogos

Comunicação Civil

 

Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo

A importância do trabalho do Turismólogo para o desenvolvimento do turismo no Brasil

Por justeza histórica, que se faça justiça social e profissional com os Turismólogos do Brasil

Somos a força de trabalho mais qualificada em turismo no país com formação de nível superior, há 40 anos atuando em prol do desenvolvimento do turismo, desde que o PARECER Nº 35/197, do Conselho Federal de Educação criou o curso de Turismo no Brasil e teve inicio nesse mesmo ano a primeira turma de bacharelado em Turismo na antiga Faculdade Anhembi Morumbi. O curso foi criado com objetivos de formar planejadores para área de Turismo.

Nessa trajetória histórica, o MEC, através da Câmara de Educação Superior, do Conselho Nacional de Educação publicou o Parecer Nº 146/2002, que estabeleceu Diretrizes Curriculares comuns e diretrizes curriculares específicas para os cursos de Direito, Ciências Econômicas, Administração, Ciências Contábeis, Turismo, Hotelaria, Secretariado Executivo, Música, Teatro e Design. E as diretrizes curriculares da graduação em turismo foram revistas e publicadas no Parecer Nº 0288/2003 e posteriormente, sendo a última revisão estabelecida na Resolução Nº 13/2006.

Quanto ao perfil desejado, o curso de graduação em Turismo oportuniza a formação de um profissional apto a atuar em mercados altamente competitivos e em constante transformação, cujas opções possuem um impacto profundo na vida social, econômica e no meio ambiente, exigindo uma formação ao mesmo tempo generalista, no sentido tanto do conhecimento geral, das ciências humanas, sociais, políticas e econômicas, como também de uma formação especializada, constituída de conhecimentos específicos, sobretudo nas áreas culturais, históricas, ambientais, antropológicas, com aptidão para pesquisa de Inventário do Patrimônio Histórico e Cultural, bem como o agenciamento, organização e gerenciamento de eventos e a administração do fluxo turístico. Além da importância na prevenção da saúde da coletividade, pois tem que

 entender e monitorar os fluxos migratórios turísticos e suas consequências epidemiológicas, e não somente a vigilância epidemiológica, mas a vigilância sanitária dos alimentos e bebidas e também a psicologia humana na área do entretenimento e lazer, relevante atenção para minimizar a frustração da motivação da escolha do deslocamento humano do consumidor ‘turista’. E principalmente na área patrimonial defender a proteção do patrimônio natural, histórico, cultural e imaterial das comunidades e territórios com potencialidades turísticas.

O curso de graduação em Turismo deve possibilitar a formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências:

I – compreensão das políticas nacionais e regionais sobre turismo;

II – utilização de metodologia adequada para o planejamento das ações turísticas, abrangendo projetos, planos e programas, com os eventos locais, regionais, nacionais e internacionais;

III – positiva contribuição na elaboração dos planos municipais e estaduais de turismo;

IV - domínio das técnicas indispensáveis ao planejamento e à operacionalização do Inventário Turístico, detectando áreas de novos negócios e de novos campos turísticos e de permutas culturais;

V - domínio e técnicas de planejamento e operacionalização de estudos de viabilidade econômico-financeira para os empreendimentos e projetos turísticos;

VI - adequada aplicação da legislação pertinente;

VII - planejamento e execução de projetos e programas estratégicos relacionados com empreendimentos turísticos e seu gerenciamento;

VIII – intervenção positiva no mercado turístico com sua inserção em espaços novos, emergentes ou inventariados;

IX – classificação, sobre critérios prévios e adequados, de estabelecimentos prestadores de serviços turísticos, incluindo meios de hospedagens, transportadoras, agências de turismo, empresas promotoras de eventos e outras áreas, postas com segurança à disposição do mercado turístico e de sua expansão;

X - domínios de técnicas relacionadas com a seleção e avaliação de informações geográficas, históricas, artísticas, esportivas, recreativas e de entretenimento, folclóricas, artesanais, gastronômicas, religiosas, políticas e outros traços culturais, como diversas formas de manifestação da comunidade humana;

XI - domínio de métodos e técnicas indispensáveis ao estudo dos diferentes mercados turísticos, identificando os prioritários, inclusive para efeito de oferta adequada a cada perfil do turista;

XII - comunicação interpessoal, intercultural e expressão correta e precisa sobre aspectos técnicos específicos e da interpretação da realidade das organizações e dos traços culturais de cada comunidade ou segmento social;

XIII - utilização de recursos turísticos como forma de educar, orientar, assessorar, planejar e administrar a satisfação das necessidades dos turistas e das empresas, instituições públicas ou privadas, e dos demais segmentos populacionais;

XIV - domínio de diferentes idiomas que ensejem a satisfação do turista em sua intervenção nos traços culturais de uma comunidade ainda não conhecida;

XV - habilidade no manejo com a informática e com outros recursos tecnológicos;

XVI – integração nas ações de equipes interdisciplinares e multidisciplinares, interagindo criativamente face aos diferentes contextos organizacionais e sociais;

XVII - compreensão da complexidade do mundo globalizado e das sociedades pós-industriais, onde os setores de turismo e entretenimento encontram ambientes propícios para se desenvolverem;

XVIII - profunda vivência e conhecimento das relações humanas, de relações públicas, das articulações interpessoais, com posturas estratégicas do êxito de qualquer evento turístico;

XIX - conhecimentos específicos e adequado desempenho técnico-profissional, com humanismo, simplicidade, segurança, empatia e ética.

Esse conhecimento que o bacharel em turismo constrói suas competências profissionais deve prepará-lo para exercer as atividades que estão na Lei de Reconhecimento do Turismólogo nº 12.591/2012. Mas algumas dessas atividades também são pertinentes à formação do nível superior tecnológico. E eis aí uma das dificuldades na regulamentação da nossa lei, que também nos deixou acéfalos e sem definição. Afinal quem somos nós? Quem são os Turismólogos?

É preciso entender que BACHAREL EM TURISMO é o Título Acadêmico pertencente ao egresso do curso de Bacharelado em Turismo. Já o TURISMÓLOGO deveria ser o Título Profissional, quando se denomina profissionalmente os graduados em nível superior em turismo, hotelaria, gastronomia e eventos, no Brasil ou no exterior com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação e refletir o direito a essa titulação profissional aos graduados em outras áreas, que atuam no mercado turístico há mais de 5 (cinco) anos comprovadamente, desenvolvendo atividades previstas na Lei de Reconhecimento do Turismólogo.

Ressalto que o título de TURISMÓLOGO, foi criado pela ABBTUR Nacional, em 1999, para denominar profissionalmente os bacharéis em turismo, e posteriormente a Lei 10.457/2002 criou o Dia Nacional do Bacharel em Turismo que se comemora junto ao Dia Mundial do Turismo, criado pela OMT, em 27 de setembro. A ABBTUR também criou o Código de Ética do Bacharel em Turismo

Afinal existe uma linha muito tênue nas áreas de atuação do Bacharel em Turismo e os tecnólogos nas atividades do mercado turístico. São elas:

Agenciamento turístico: Agência de Viagens e Agências de Viagens e Turismo; Empresas de representações de serviços turísticos em geral; Agências segmentadas por produtos (Intercâmbio, Massa, Lazer, Corporativo, Turismo de Experiência, Ecoturismo, Aventura, etc);

Meios de Hospedagem: Hotéis, Resorts, Hotéis Fazenda, Pousadas, Cama e Café, Hotel Histórico, Pousadas, Flat/Apart Hotel, entre outras tipologias ainda não classificadas oficialmente como Hostels, Albergues da Juventude, SPAs, EcoHotéis, Lodges, Motéis, Timeshares, Pensões, Colônias de Férias, Hotel residence, Acampamentos de Férias, Campings, Hospedagens de Turismo Rural, hospedaria, estalagem, entre outros;

Transportes: Companhias Aéreas, Empresas de Transporte de Passageiros por fretamento de Turismo, Locadoras de automóveis, Empresa de Transporte Marítimo ou representantes das mesmas;

Eventos: Empresas organizadoras de eventos, Centro de Convenções, Gestão Pública e Privada; Centro de exposições e feiras comerciais e industriais, Bureau de eventos, Espaços de eventos em meios de hospedagens e centros culturais e em empresas que embora não seja diretamente de eventos possuem um departamento de eventos, Eventos esportivos, culturais, etc..

Entretenimento, recreação e lazer: Empresas de recreação, Centros Culturais, Casas de espetáculos e shows, Parques de Diversões (Temáticos, Entretenimento, Aquáticos e Parques de Animais;

Alimentos e bebidas: Restaurantes; Bares, cervejarias, cafés padarias, setor de A&B em Meios de Hospedagens, empresas de eventos, Buffets, eventos sociais, serviços de A&B, Boites e demais prestadores de serviços de A&B;

Órgãos públicos do setor de turismo: Ministério de Turismo, EMBRATUR, Secretarias Estaduais de Turismo ou Órgão Oficial de Turismo Estadual, Secretarias ou Empresas Municipais de Turismo ou Órgão Oficial de Turismo Municipal;

Órgãos públicos ligados indiretamente ao turismo: Secretarias Estaduais ou Municipais de Cultura, Planejamento e do Meio Ambiente, Institutos de Pesquisas, etc

Organismos de representações diplomáticas: Consulados ou Embaixadas em atividades ligadas ao Turismo; Departamento de Turismo de Consulados e Embaixadas e Conselhos Internacionais de Turismo;

Empresas de Assessoria e Consultoria de turismo: Atuar na área de planejamento e organização do Turismo, inventários de localidades diversas, elaboração de planos, programas e projetos de Turismo, análise de estudos de viabilidade para implantação de novos empreendimentos turísticos, orientação para projetos de captação de investimentos para empreendimentos turísticos novos ou para manutenção, reformas, modernização;

ONGs – Organizações não governamentais

Entidades representativas do setor de turismo: ABAV, ABBTUR, ABEOC, ABIH, ABLA, ABREDI, ABRESI, AHT, AMT, BRAZTOA, SINDETUR - entre outras.

Empresas privadas e/ou públicas que embora não exerçam atividades diretas ligadas a turismo, exerçam atividades ligadas à área, tais como: departamentos de viagens, departamentos de lazer, etc.

Parques Nacionais e áreas de preservação: Planejamento de atividades de turismo, com recepção, informações, inventários, promoção, recreação, assessoria na abertura de trilhas, assessoria na visitação das áreas, divulgação da área, reservas e acompanhamento de visitas guiadas, formação e treinamento de monitores.

Imprensa especializada: Cadernos especializados de turismo, periódicos informativos voltados ao Turismo tais como: Caminhos da Terra, Viagem, Próxima viagem, Revistas de Bordo e outras.

Periódicos Acadêmicos;

Editoras que publicam ou traduzem obras de Turismo;

No Magistério, atuar como docentes em salas de aulas, laboratórios em cursos de graduação, ministrar aulas em cursos livres e cursos técnicos profissionalizantes, obedecendo à legislação de educação.

Em Organizações de informação, documentação, estudos e pesquisas em turismo: em centros de estudos e pesquisas sobre turismo, pesquisando o setor e divulgando dados específicos do setor, nos moldes da FIPE, Observatórios de Turismo;

Mas as atividades profissionais que nos couberam na Lei 12591/2012 são quase todas na área do planejamento e gestão, não se adequando à formação do tecnólogo, que é exclusivamente operacional para atender às atividades turísticas acima já mencionadas. Vejam nossas atividades que constam no  Art.2º :

Art. 2o Consideram-se atividades do Turismólogo:

I - planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo;

II - coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica;

III - atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e o lazer como seu objetivo social ou estatutário; 

IV - diagnosticar as potencialidades e as deficiências para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;

V - formular e implantar prognósticos e proposições para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação; 

VI - criar e implantar roteiros e rotas turísticas; 

VII - desenvolver e comercializar novos produtos turísticos; 

VIII - analisar estudos relativos a levantamentos socioeconômicos e culturais, na área de turismo ou em outras áreas que tenham influência sobre as atividades e serviços de turismo; 

IX - pesquisar, sistematizar, atualizar e divulgar informações sobre a demanda turística; 

X - coordenar, orientar e elaborar planos e projetos de marketing turístico; 

XI - identificar, desenvolver e operacionalizar formas de divulgação dos produtos turísticos existentes; 

 

XII - formular programas e projetos que viabilizem a permanência de turistas nos centros receptivos; 

XIII - organizar eventos de âmbito público e privado, em diferentes escalas e tipologias; 

XIV - planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas, em conjunto com outros profissionais afins, como agências de viagens e turismo, transportadoras e terminais turísticos, organizadoras de eventos, serviços de animação, parques temáticos, hotelaria e demais empreendimentos do setor; 

XV - planejar, organizar e aplicar programas de qualidade dos produtos e empreendimentos turísticos, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes; 

XVI - emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes; 

XVII - lecionar em estabelecimentos de ensino técnico ou superior; 

XVIII - coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico.

O setor de turismo é um grande gerador de postos de trabalho, como revela uma análise feita pelo Ministério do Turismo, com base em dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego. O setor contribuiu com 6,25% dos empregos formais no ano de 2013, ou seja, cerca de três milhões de trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregos diretos em serviços como hospedagem, alimentação, transporte, agências de viagens, aluguel de transporte, cultura e lazer. O crescimento do setor foi de 51,2% nos últimos sete anos, já que em 2006 foram computados 1,9 milhões de trabalhadores em atividades vinculadas ao turismo.

Dados preliminares da PACET - Pesquisa Anual da Conjuntura Econômica do Turismo, realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), mostram que segmentos dessa atividade, que já emprega muito, vão expandir ainda mais o seu pessoal em 2014.

Nessa pesquisa foram ouvidos 80 executivos das maiores empresas do turismo nacional e que, no ano passado, faturaram juntas R$ 62,7 bilhões e empregaram 116 mil pessoas. De acordo com os entrevistados, o segmento de organização de eventos ampliará em 13,5% o número de empregados. O turismo receptivo, por sua vez, terá crescimento de 7,9% no ano, e o segmento de meios de hospedagem, 5,0%.

Outro estudo recente com dados coletados em 184 países, a Pesquisa 2014 de Impacto Econômico do Turismo, feito pelo World Travel & Tourism Council (WTTC), indica que o Brasil foi a quinta maior nação em geração de empregos no ano passado. Foram verificados 3,049 milhões de postos de trabalho no período, que representaram 3,0% do total de vagas preenchidas na nossa economia.

Porém se sobram oportunidades para o mercado de trabalho na área, faltam oportunidades para a força de trabalho qualificada no Brasil. O problema fica evidente no Relatório 2013 de Competitividade em Viagem e Turismo divulgado em março pelo Fórum Econômico Mundial. No item Oferta de Mão de Obra Qualificada, o Brasil ocupa a 96ª posição entre 140 posições possíveis.

Friamente, analisamos que os Turismólogos estão migrando para outras áreas que valorizam e remuneram melhor o profissional mais qualificado. Sabemos que o setor precisa desses profissionais de nível superior formado nas universidades privadas e públicas que até 2012 ofereciam 595 cursos de bacharelado, 450 cursos tecnológicos, 01 de licenciatura e 38 cursos sequenciais, sendo 7 mestrados acadêmicos, 2 mestrados profissionais e 4 doutorados. Mas a falta de valorização profissional e regulamentação estão dificultando as Instituições de Ensino Superior a abrirem novas turmas de norte a sul

Vimos oportunamente nesse documento apresentar algumas proposituras:

- que seja solicitado ao Ministério da Educação, quantidade precisa de graduados em turismo, hotelaria, gastronomia e eventos, tanto do bacharelado como tecnológico. Uma vez que por várias vezes já foi solicitado pela ABBTUR Nacional, mas nunca obtivemos o retorno e ficamos anunciando prováveis números de graduados da nossa categoria;

- que seja solicitado ao Ministério do Turismo, pesquisa atualizada para mostrar quais os setores que mais tem absorvido o profissional de nível superior do turismo e áreas afins e quais as áreas que estão atuando;

- revisão da nossa Lei 12591/2012, para que contemple minimamente a aquisição do título de turismólogo para os profissionais com formação de nível superior em turismo, hotelaria, gastronomia e eventos; sejam os graduados no exterior em turismo e áreas afins, desde que o título seja reconhecido pelo Ministério da Educação; e que necessariamente esta  Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo do poder legislativo venha analisar e propor a possibilidade do acolhimento com o título de Turismólogo para os tecnólogos, bem como estabeleça uma matriz de atribuições auxiliares e operacionais de mercado pertinentes a formação do nível superior tecnológico; e para os profissionais provisionados, graduados em outras áreas do conhecimento, desde que comprovem o exercício profissional por mais de 05(cinco) anos nas atividades que competem ao Turismólogo em sua Lei 12591/2012;

- e para responsabilizar a execução das atividades que nos couberam na Lei 12591/12, solicitamos o retorno do CADASTUR, para que assim possa ser inserido na carteira de identificação do afiliado da ABBTUR Nacional, quando assim optar se afiliar o Turismólogo, e assim formalizar a identificação profissional para fins de concursos, editais para formação de equipes multidisciplinares, além de ampliar pontuação acadêmica para seleção de cursos sequenciais de mestrado e doutorado em turismo. Mas que seja imprescindível a análise do poder legislativo quanto a definição legal do registro profissional em Conselho Autárquico de Classe.

Assim, finalizamos lembrando que poderíamos ter sidos recrutados num programa governamental específico para a Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, mas certo de que seremos campeões na nossa luta pelo reconhecimento de fato, pois de direito já conquistamos. E que nossa regulamentação deverá atender a nossa categoria que já ultrapassa 300 mil profissionais de nível superior, apenas graduados em Turismo e Hotelaria, ávidos pelo desenvolvimento do turismo no nosso continental país de grande potencialidade turística, que precisa ser mais lapidado para se desenvolver com ética solidária, responsabilidade e sustentabilidade. Se contabilizarmos os graduados no exterior e acolhermos os provisionados atingiremos facilmente 1 milhão de profissionais em todo o Brasil.

 

Saudações turismólogas,

TURISMÖLOGOS DO BRASIL

 

                                                                            Brasília, 11 de março de 2015

Contato:

Turº. Elzário Pereira da Silva Júnior

Presidente ABBTUR Nacional


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